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13 de março de 2013

ARTE EM POESIAS NO DIA DA POESIA





ARTE EM POESIAS E PINTURAS





Dia Nacional da Poesia -14 de março
Dia Mundial da Poesia - 21 de Março


Homenagem à Arte Poética

e aos Poetas




A Arte se Comunica Entre Palavras e Pinturas

"A Pintura é uma Poesia Sem Palavras"
(Voltaire)





"Quixote" - Cândido Portinari
Pintor brasileiro (
1903-1962)



Portinari e Drummond de Andrade


Portinari Pintou
Drummond Versou 

"Quixote e Sancho"


Cândido Portinari pintou, em 1956, uma série de 21 gravuras, focalizando dois personagens da literatura universal: D.Quixote e Sancho Pança, da obra "Dom Quixote" de Miguel de Cervantes. 

Carlos Drummond de Andrade, em 1972, escreveu um livreto com 21 poemas, referente às gravuras do amigo pintor. Publicou-o com o título "Quixote e Sancho, de Portinari" em "As Impurezas do Branco" de 1973.

A construção dos poemas revela duas leituras do poeta: do texto original de Cervantes ( de 1605) e dos cartões da série Quixote, de Portinari. Diante disto, a elaboração dos poemas pressupõe modos diferenciados de percepção do objeto de poesia pelo eu poético, um verbal e outro não-verbal, dinâmica que produz, no entrelaçamento de visões, um Quixote renovado, para deleite dos leitores de Cervantes, de Portinari e do próprio Drummond.
(Fonte: http://pendientedemigracion.ucm.es/info/especulo/numero23/drummond.html)


                              Portinari e Drummond





Música:"Poema Singelo" - Heitor Villa-Lobos
Compositor brasileiro (1857-1959)
Intérprete: Pianista brasileira - Cristina Ortiz




Abaixo estão cinco dos vinte e um poemas,
 que constituem a obra "Quixote e Sancho, de Portinari",
de Carlos Drummond de Andrade, com as pinturas de Portinari.



I  Soneto da loucura

A minha casa pobre é rica de quimera
e se vou sem destino a trovejar espantos,
meu nome há de romper as mais nevoentas eras
tal qual Pentapolim, o rei dos Garamantas.

Rola em minha cabeça o tropel de batalhas
jamais vistas no chão ou no mar ou no inferno.
Se da escura cozinha escapa o cheiro de alho,
o que nele recolho é o olor da glória eterna.

Donzelas a salvar, há milhares na Terra
e eu parto e meu rocim, corisco, espada, grito,
torto endireitando, herói de seda e ferro,

E não durmo, abrasado, e janto apenas nuvens,
na férvida obsessão de que enfim a bendita
Idade de Ouro e Sol baixe lá nas alturas.




II  Sagração

Rocinante
pasta a erva do sossego.
A Mancha inteira é calma.
A chama oculta arde
nesta fremente Espanha interior.

De geolhos e olhos visionários
me sagro cavaleiro
andante, amante
de amor cortês e minha dama,
cristal de perfeição entre perfeitas.

Daqui por diante
é girar, girovagar, a combater
o erro, o falso, o mal de mil semblantes
e recolher no peito em sangue
a palma esquiva e rara
que há de cingir-me a fronte
por mão de Amor-amante.
A fama, no capim
que Rocinante pasta,
se guarda para mim, em tudo a sinto,
se de que bebo, vento que me arrasta.



                                          
                                    III  O esguio propósito

Caniço de pesca
fisgando o ar,
gafanhoto montado
em corcel magriz,
espectro de grilo
cingindo loriga,
fio de linha
à brisa torcido,
              relâmpago
              ingênuo
              furor
de solitárias horas indormidas
quando o projeto a noite obscura.

Esporeia
o cavalo,
esporeia
o sem-fim.



IV  Convite à glória

 Juntos na poeira das encruzilhadas conquistaremos a glória.
E de que me serve?
Nossos nomes ressoarão
nos sinos de bronze da História.
E de que me serve?
Jamais alguém, nas cinco partidas do mundo,
será tão grande.
E de que me serve?
As mais inacessíveis princesas se curvarão
à nossa passagem.
E de que me serve?
Pelo teu valor e pelo teu fervor
terás uma ilha de ouro e esmeralda.
Isto me serve.



V  Um em quatro



A                                         Z
b                                          y


A&b                  Z&y

Ab           yZ

ABYZ
quadrigeminados
quadrimembra jornada
quadripartito anelo
quadrivalente busca
unificado anseio

um cavaleiro um cavalo um jumento um escudeiro





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POESIA: Uma das Sete Artes Tradicionais


História da Poesia

"A poesia como uma forma de arte pode ser anterior à escrita.
Muitas obras antigas, desde os Vedas indianos (1700-1200 a.C.) e os Gathas de Zoroastro (1200-900 a.C.), até a Odisseia (800 - 675 a.C.), parecem ter sido compostas em forma poética para ajudar a memorização e a transmissão oral nas sociedades pré-históricas e antigas
A poesia aparece entre os primeiros registros da maioria das culturas letradas, com fragmentos poéticos encontrados em antigos monolítos, pedras rúnicas e estrelas.
O poema épico mais antigo sobrevivente é a Epopeia de Gilgamesh, originado no terceiro milênio a.C. na Suméria (na Mesopotâmia, atual Iraque), que foi escrito em escrita cuneiforme em tabletes de argila e, posteriormente, papiro. Outras antigas poesias épicas incluem os épicos gregos Ilíada. e Odisseia, os livros iranianos antigos Gathas Avesta e Yasna, o épico nacional romano Eneida, de Virgílio, e os épicos indianos Ramayana e Mahabharata.
Os esforços dos pensadores antigos em determinar o que faz a poesia uma forma distinta, e o que distingue a poesia boa da má, resultou na "poética", o estudo da estética da poesia. Algumas sociedades antigas, como a chinesa através do Shi Jing (Clássico da Poesia), um dos Cinco Clássicos do confucionismo, desenvolveu cânones de obras poéticas que tinham ritual bem como importância estética. 
O contexto pode ser essencial para a poética e para o desenvolvimento do gênero e da forma. Poesias que registram os eventos históricos em termos épicos, como Gilgamesh ou o Shahnameh, de Ferdusi, serão necessariamente longas e narrativas, enquanto a poesia usada para propósitos litúrgicos (hinos, salmos, suras e hadiths) é suscetível de ter um tom de inspiração, enquanto que elegia (poesia triste) e a tragédia, são destinadas a invocar respostas emocionais profundas.
Outros contextos incluem cantos gregorianos, o discurso formal ou diplomático, retórica e invectiva políticas, cantigas de roda alegres e versos.
O historiador polonês de estética Władysław Tatarkiewicz, em um trabalho acadêmico sobre "O Conceito de Poesia", traça a evolução do que são na verdade dois conceitos de poesia. Tatarkiewicz assinala que o termo é aplicado a duas coisas distintas que, como o poeta Paul Valéry observou, "em um certo ponto encontram união". 
A poesia é uma arte baseada na linguagem. Mas a poesia também tem um significado mais geral que é difícil de definir, porque é menos determinado: a poesia expressa um certo estado da mente."


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DOIS POETAS
MESMA LÍNGUA
DOIS ESTILOS

Castro Alves e Fernando Pessoa



CASTRO ALVES

"Minha Alma Apegava-se à Forma Vacilante das Montanhas"


Castro Alves - Poeta brasileiro (1847-1871)


"Espumas Flutuantes"


ERA por uma dessas tardes em que o azul do céu oriental — é pálido e
saudoso, em que o rumor do vento nas vergas — e monótono e cadente, e o quebro da vaga 
na amurada do navio— e queixoso e tétrico.
Das bandas do ocidente o sol se atufava nos mares ''como um brigue em chamas..."
e daquele vasto incêndio do crepúsculo alastrava-se a cabeça loura das ondas.
Além... os cerros de granito dessa formosa terra de Guanabara, vacilantes, a
lutarem com a onda invasora de azul, que descia das alturas... recortavam-se indecisos na 
penumbra do horizonte.
Longe, inda mais longe... os cimos fantásticos da serra dos Órgãos embebiam-se 
na distância sumiam-se, abismavam-se numa espécie de naufrágio celeste.Só e triste, encostado à borda do navio, eu seguia com os olhos aquele
esvaecimento indefinido e minha alma apegava-se à forma vacilante das montanhas —
derradeiras atalaias dos meus arraiais da mocidade.
E que lá, dessas terras do sul, para onde eu levara o fogo de todos os entusiasmos, 
o viço de todas as ilusões, os meus vinte anos de seiva e de mocidade, as minhas esperanças 
de glória e de futuro;. . . é que dessas terras do sul, onde eu penetrara "como o moço Rafael 
subindo as escadas do Vaticano";... volvia agora silencioso e alquebrado... trazendo por
única ambição—a esperança de repouso em minha pátria.
Foi então que, em face destas duas tristezas — a noite que descia dos céus,—a 
solidão que subia do oceano—, recordei-me de vós, ó meus amigos!
E tive pena de lembrar que em breve nada restaria do peregrino na terra
hospitaleira, onde vagara; nem sequer a lembrança desta alma, que convosco e por vós
vivera e sentira, gemera e cantara. . .
Ó espíritos errantes sobre a terra! Ó velas enfunadas sobre os mares!.. . Vós bem 
sabeis quanto sais efêmeros... —passageiros que vos absorveis no espaço escuro, ou no
escuro esquecimento.
E quando—comediantes do infinito— vos obumbrais nos bastidores do abismo, o 
que resta de vós?
— Uma esteira de espumas.. — flores perdidas na vasta indiferença do oceano.—
Um punhado de versos... —espumas flutuantes no dorso fero da vida!...
E o que são na verdade estes meus cantos?...
Como as espumas, que nascem do mar e do céu, da vaga e do vento, eles são filhos 
da musa—este sopro do alto: do coração _ este pélago da alma.E como as espumas são, às vezes, a flora sombria da tempestade, eles por vezes 
rebentaram ao estalar fatídico do látego da desgraça
E como também o aljofre dourado das espumas reflete as opalas, rutilantes do
arco-íris, eles por acaso refletiram o prisma fantástico da ventura ou do entusiasmo— estes 
signos brilhantes da aliança de Deus com a juventude!
Mas, como as espumas flutuantes levam, boiando nas solidões marinhas, a lágrima 
saudosa do marujo... possam eles, ó meus amigos!—efêmeros filhos de minh'ahna—levar 
uma lembrança de mim às vossas plagas!
(Castro Alves)




FERNANDO PESSOA


"Quem tem Alma Não tem Calma"


"Retrato de Fernando Pessoa" - Almada Negreiros
Pintora portuguesa (1893-1970)
Fernando Pessoa - Poeta português (1888-1935)


"Não Sei Quantas Almas Tenho"

Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que eu sou e vejo.
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.

Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: "Fui eu"?
Deus sabe, porque o escreveu.
(Fernando Pessoa)



"O Poeta é um Fingidor" - Fernando Pessoa


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A Fonte Inspiradora dos Poetas e a Mitologia Grega



A Origem do Termo usado pelos Poetas e artistas: "Musa Inspiradora"


A fonte de Hipocrene é considerada uma fonte de inspiração poética por excelência, segundo a mitologia, sendo que quem bebia das suas águas ficava em comunhão com as musas inspiradoras.Hipocrene (do grego: "fonte do cavalo"), também conhecida por fonte de Hélicon, é uma nascente de água doce situada na encosta leste do Monte Hélicon na região de Téspias, na Grécia. Esta fonte é tradicionalmente consagrada na Mitologia Grega ao Deus Grego Apolo e às musas, que teria brotado de uma pedra fendida por uma patada de Pégaso, o cavalo alado mitológico. O poeta grego Hesíodo descreveu sobre como ele havia, em sua juventude, levado suas ovelhas para pastar sobre as encostas do Monte Hélicon, onde Eros e as Musas já tinham santuários e um campo de danças próximo ao topo. Lá, as Musas lhe teriam inspirado, cantando-lhe sobre a origem dos deuses.



Na pintura abaixo: o poeta grego Hesíodo e sua musa inspiradora






As Musas Mitológicas

As musas eram entidades mitológicas a quem era atribuída, na Grécia Antiga, a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. Na mitologia grega, eram as nove filhas de Mnemosine  e Zeus.

As nove musas e suas representações nas artes ou ciência:

1- Calíope (Bela voz): Eloquência
2- Clio ( A Proclamadora): História
3- Erato (Amável): Poesia Lírica
4- Euterpe ( A Doadora de prazeres): Música
5- Melpomêne ( A Poetisa): Tragédia (teatro)
6- Polímnia (A de muitos Hinos): Música Cerimonial (sacra)
7- Tália (A que faz Brotar Flores): Comédia
8- Terpsícore (A rodopiante): Dança
9- Urânia (A Celestial): Astronomia e Astrologia

O templo das musas era o 'Museion', termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indo-europeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências.


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Poema Persa: "Rubaiyat de Omar  Khayyam"
Traduzido por Edward Fitzgerald


O Rubaiyat de Omar Khayyam" é  um dos dez melhores 
poemas conhecidos do mundo, e provavelmente a peça mais popular da literatura oriental 
no mundo ocidental.



Rubaiyat de Omar Khayyam é o título dado pelo inglês Edward Fitzgerald
para a sua tradução de uma seleção de poemas,
originalmente escritos em persa e atribuídos a Omar Khayyam (1048 - 1131), um poeta, matemático, filósofo e astrônomo da Pérsia.
Um rubai é uma estrofe de duas linhas, com duas partes (hemistíquios) cada, daí o termo Rubaiyat (derivado da palavra árabe para "quatro", ou "quadra, originando as quadras, o conjunto de versos dos poemas).


Capa do Livro "Rubaiyat"



 Pintura representando Omar Khayyam



Música e Poema: "O Rubayiat de Omar Kayyam" - Alan Hovhaness
Compositor armênio-americano (1911-2000)
(Com narração do ator Michael York)


"Afeto, amor, compreensão,
Eis os alicerces da vida.
Escrevemos com amor o poema da adolescência.
Com a música do amor, orquestramos a grande canção da existência.
E tu, cético diante da ternura,
impermeável ao sentimento, 
aprende esta verdade:
A vida é Amor, e nada mais!"
Omar Khayyám (Rubáiyát)



Poema Rubaiyat

"Debaixo de um arbusto, um pão e uma garrafa
de vinho e os meus poemas: tudo o que preciso.
E tu, que do meu lado cantas no deserto,
e o deserto se torna, então, no paraíso.

"Entrado no universo, sem saber porquê,
nem de onde, tal qual a água, queira ou não, a fluir;
e fora dele, como o vento em descampado
soprando, queira ou não, sem saber para onde ir.

No céu, à mão esquerda da alvorada; eu sonho.
Na taberna, uma voz escuto na algazarra:
“Despertai, meus pequenos, e enchei bem o copo
antes que seque o vinho da vida em sua jarra”.

Ah! Enche o copo! De que serve repetir
que o tempo sob os nossos pés já vai fugindo?
O amanhã não nasceu e o ontem já morreu,
por que me hei-de importar, se o dia de hoje é lindo?

E ao côncavo invertido que se chama céu,
sob o qual rastejaram o vivo e o que morreu,
não ergas tuas mãos, pedinte. Ele é impotente
no seu girar, tal qual o somos tu ou eu.

O dedo que se move escreve, e, tendo escrito,
se vai. E toda a argúcia e piedade, entretanto,
não o trarão de volta a mudar meia linha,
nem as palavras podes apagar com o pranto.
E se o vinho que bebes, o lábio que oprimes
findam nesse nada que a tudo dá sumiço,
imagina, então, que és; não podes ser senão
o que hás-de ser: nada. Não serás menos que isso.

Façamos o que é mais do que ainda há por fazer
antes que também nós ao pó vamos enfim.
O pó vai para o pó, sob o pó vai jazer
sem vinho, sem canções e sem cantor... sem fim.
É tudo um tabuleiro de noites e dias;
os homens são peças, e o fado temerário
com elas joga, e move, e toma, e dá o mate,
e uma a uma as recolhe, e vai guardar no armário.
Façamos o que é mais do que ainda há por fazer
antes que também nós ao pó vamos enfim.
O pó vai para o pó, sob o pó vai jazer sem vinho,
sem canções e sem cantor... sem fim.






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UM ARTISTA
DUAS ARTES
DOIS DONS

Em Cores e Palavras



LOUIS JANMOT
Pintor e Poeta Francês


"Poemas da Alma - O Ideal"



"A Criação Divina"


A CRIAÇÃO DIVINA

"No momento escolhido pelo infinita sabedoria
Nada é derrotado e dá a vida:
O abismo, escuro e silencioso,
A alma humana se eleva para a clareza do céu "


"A Passagem das Almas"


A PASSAGEM DAS ALMAS

“Desde o início da missão do anjo guardião
Deus lhe deu, tomou em seus braços, adormecido
Aquele que será o conselheiro e amigo,
Ele se atira no espaço”.



"O Anjo e a Mãe"


O ANJO E A MÃE

"Somente vós sabeis, meu Deus, quais perigos,
Quais alarmes ameaçam vossa criança...
Tende piedade dela, Senhor, pelo coração desta mãe
Cheio de amor tão santo, forte e tão doce."

Poemas e pinturas de Louis Janmot (Poeta e pintor francês - 1814-1892)
(Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Louis_Janmot)




Abaixo uma pintura homenageando Catalou ou Catalus, que foi um poeta latino-romano, que escreveu e declamou seus poemas em latim. Nasceu por volta do ano 84 a. C. e morreu  cerca do ano 54 antes de Cristo.

"Catalo Lendo seu Poema"




4 comentários:

  1. Tudo tao lindo... nem tenho palavras para expressar meu deslumbre. Adorei o rreencontro com os rumbayiat, aos quais fui apresentada pelo Dr. Adhemar Dantas, escritor, m'edico, leitor, pensador, teatrologo paraibano, que saudade.

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    1. Obrigada Aline. O poema 'rubaiyat' é lindo. Eu só conhecia por nome, mas nunca tinha lido nenhum.

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  2. Denise! Mais um post marcado para voltar sempre!

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    1. Obrigada M Lucia.
      Até mais, minha nova incentivadora.

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