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6 de setembro de 2013

ARTE NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL EM PINTURAS









ARTE DO BRASIL

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL EM PINTURAS





Independência do Brasil
07 de Setembro de 1882







A reunião onde tudo começou:

A pintura abaixo retrata a reunião em que D. Leopoldina, a princesa regente do Brasil, cercada por ministros, foi orientada por José Bonifácio, a expedir a carta lida por D. Pedro I às margens do Ipiranga, proclamando a independência do Brasil.


"Sessão do Conselho de Estado" - Georgina de Albuquerque
Pintora brasileira (1885-1962)

"Este óleo sobre tela da artista brasileira Georgina de Albuquerque (1885-1962), de 1922, representa a Sessão do Conselho de Estado, com a Princesa Leopoldina e os Ministros, fato relativo à Independência do Brasil.
Esta pintura é uma reconstituição motivada pelas celebrações do Centenário da Independência, onde a artista tomou como base as informações legadas pelo Conselheiro Antonio Menezes Drumond.
Trata-se de um fato histórico ocorrido em 2 de setembro de 1822. Dona Leopoldina, investida nas funções de Princesa Regente e cercada pelo Ministério, ouve de José Bonifácio de Andrada e Silva os argumentos pela imediata Proclamação da Independência do Brasil. Motivada por esta reunião, D. Leopoldina teria expedido a carta que, lida às margens do Ipiranga, levou D. Pedro a proclamar a Independência do Brasil, rompendo com as Cortes de Lisboa."

Dona Leopoldina, exige ao marido, D. Pedro I que proclame a Independência do Brasil e, na carta enviada a ele, adverte: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".

"Sessão do Conselho de Estado" (Detalhe da pintura acima) -  Georgina de Albuquerque
Pintora brasileira (1885-1962)
"Dona Leopoldina" - Luis Schalappriz


O Patriarca da Independência: José Bonifácio
de Andrada e Silva
O estadista, naturalista e poeta, José Bonifácio, 1763-1838, argumentou com a princesa regente D. Leopoldina, em 02 de Setembro de 1822, a decisão imediata da Proclamação da Independência do Brasil.
José Bonifácio de Andrada e Silva
Retrato pintado por Oscar Pereira da Silva
Pintor brasileiro (1867-1939)




INDEPENDÊNCIA OU MORTE?

Somos independentes de verdade?
Exercemos nossa cidadania plena e livremente?
Somos representados legitimamente por nossos governantes?
O Brasil é um país democrático?
Porquê o voto eleitoral é obrigatório?
Porquê os votos das câmaras dos deputados e do senado Federal são secretos?...


BRASIL
Pátria nossa
Amada e admirada
Por um povo oprimido.
Grandiosa e maravilhosa terra
Escrava da exploração
e da corrupção.
Livra-se do mal brasil
Mostre a sua cara
limpa sua casa
e deixará
seus
filhos
livres.



D. Pedro I deixou um grande legado: a independência...mesmo que ilegítima.



"A Proclamação da Independência" - François-René Moreau
Pintor francês (1807-1860)


O Grito do Ipiranga

"Independência ou Morte" - Pedro Américo
Pintor, escritor e professor brasileiro (1843-1905)

Quadro "O Grito do Ipiranga" no Museu do Ipiranga de São Paulo



“Viva a independência e a separação do Brasil
 Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu
 Deus, juro promover a liberdade do Brasil. 

Independência ou Morte!”
D. Pedro I, 7 de Setembro de 1822, às 16:30 hs.

"D. Pedro I" - Benedito Calixto
Pintor brasileiro (1853-1927)


"Independência ou Morte" (detalhe - D.Pedro I ) - Pedro Américo
Pintor, escritor e professor brasileiro (1843-1905)



A Bandeira Imperial do Brasil Após a Independência
que vigorou de 1882 a 1889





E Pedro de Alcântara foi coroado Dom Pedro I, príncipe regente do Brasil, em 01 de Dezembro de 1822.

O nome completo dele antes de ser coroado era Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pacoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourgon.
"Coroação de Dom Pedro I" - Jean-Baptiste Debret
Pintor francês (1768-1848)

"Aclamação de Dom Pedro I no Campo de Santana" - Jean-Baptiste Debret
Pintor francês (1768-1848)



"A independência do Brasil foi reconhecida por Portugal em 15 de Novembro de 1825, devido à ratificação por D. João VI do Tratado de Paz e Aliança com o Brasil."


Bandeira Nacional Atual que está em vigor desde 19 de novembro de 1889. Por este motivo, a data é comemorada com o o Dia da Bandeira.

Poema Ipiranga
(Bastos Tigre)
Ipiranga! Que importa, acaso, a procedência
A origem do teu nome?  Ipiranga, em verdade,
No idioma do Brasil traduz Independência,
Na língua nacional quer dizer: Liberdade!

Rio imenso, o Brasil cortas de sul a norte
E entram pelos sertões teus afluentes, aos mil.
Na voz d’água clamando.  Independência ou Morte.
Nas cachoeiras cantando o nome do Brasil.
(estrofes 8 e 9 do poema 'Ipiranga' - Antologia Poética, Bastos Tigre, 2 vols)


 O Hino da Independência:

D. Pedro I realiza a execução da peça musical dedicada ao Hino da Independência.




 


Música: Hino da Independência do Brasil
Compositor: Evaristo Ferreira da Veiga




Hino da Independência

(Letra de Evaristo Ferreira da Veiga
e música de D. Pedro I)


Já podeis da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade,
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houver mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil;
Houver mão mais poderosa
Houver mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil;
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiros!
Já, com garbo varonil.
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil;
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Obs.: Ao ser composto, o Hino da Independência do Brasil não tinha este nome. Nem sua música era a mesma que hoje é cantada nas comemorações da semana da pátria.



BRASIL!!!!

O Gigante Acordou!!
Brasil, mostre a tua cara...
e o povo mostrou por todo o país, a cara e a coragem... é preciso continuar...


Vídeo: Hits da Manifestação Popular nas Ruas do Rio de Janeiro e do Brasil...



Faça ouvir sua voz... dê o "Grito da Independência"!!



30 de agosto de 2013

PINTURAS DE NATUREZAS MORTAS - STILL LIFES - PARTE I









ARTE EM PINTURAS DE NATUREZAS MORTAS


PINTURAS "STILL LIFE"



Parte I 


Pinturas de Frutas


Duas Pinturas de Melões de Dois Pintores Famosos


Renoir


Monet




Música: "Poema Singelo" - Villa-Lobos
Compositor brasileiro (1887-1959)



Maçãs, Peras, Pêssegos, Uvas...

Pissarro


Cézanne


Monet


Gustave Coubert


Van Gogh


Van Gogh


 Paul Gauguin


Renoir

Monet





Cebolas


Van Gogh


Monet




Natureza-Morta - Definição e História

Natureza-morta é um tipo da pintura e fotografia em que se vê seres inanimados, como frutas, flores, livros, taças de vidro, garrafas, jarras de metal, porcelanas, dentre outros objetos.
"O termo natureza-morta se refere à arte de pintar, desenhar e fotografar composições deste gênero. Na arte contemporânea é frequente utilizar ainda outros suportes como a escultura, instalação ou vídeo-arte destas representações de objetos inanimados, como referências à história da arte.
Esse gênero de representação surgiu da Grécia Antiga, e também se fez presente em afrescos encontrados nas ruínas de Pompeia. Foi depois condenada por teólogos católicos durante a Idade Média. A denominação Natureza morta, conforme o alemão Norbert Schneider, surgiu na Holanda no século XVII, nos inventários de obras de arte. A expressão competiu durante algum tempo com natureza imóvel e com representação de objetos imóveis no século XVIII." 


A Natureza-Morta na História da Arte

"Objetos inanimados são representados na pintura desde a Idade Média, em geral como fundo de pinturas religiosas de cunho realista. Mas é somente em meados do século XVI que a natureza-morta emerge como gênero artístico independente em obras de pintores como Pieter Aertsen (1507 ou 1508 - 1575) e Jacopo Bassano (ca.1510 - 1592), que articulam os temas religiosos à vida cotidiana e às cenas de gênero. As composições simbólicas e grotescas de Giuseppe Arcimboldo (ca.1527 - 1593) - com frutas, animais e objetos compondo figuras - alimentam o desenvolvimento da natureza-morta no período. Na passagem para o século XVII, a figuração documental exigida pelas ciências naturais joga papel destacado na valorização de uma arte que almeja representar os objetos e a natureza tais como empiricamente observados - por exemplo, Jacopo Ligozzi (1547 - 1627). Assim, o processo de paulatina autonomia da natureza-morta acompanha tanto a pintura naturalista (associada à ilustração científica) quanto a pintura de gênero, exemplarmente representada pelos artistas holandeses do século XVII e seus temas domésticos, figurados com riqueza de detalhes. Os objetos freqüentemente escolhidos para compor as naturezas-mortas são: mesas com comidas e bebidas, louças, flores, frutas, instrumentos musicais, livros, ferramentas, cachimbo, tabaco etc, todos referidos ao âmbito privado e à esfera doméstica, às vocações e aos hobbies, à decoração e ao convívio no interior da casa.

A desvalorização desse gênero pictórico reflete-se na sua própria denominação nas línguas latinas, "natureza-morta", "nature morte", e nas línguas saxônicas ,"still life", "stilleben" (vida imóvel, vida em suspensão). Caravaggio (1571 - 1610) é um dos pioneiros no gênero, exercitado entre 1592 e 1599 (detalhe de Baco, 1593, Cesto de Frutas, 1596). A opção pela "pintura natural das coisas naturais" (destacando a presença do corpo e a realidade pormenorizada do objeto reveladas pelos contrastes de luz e sombra), a escolha de tipos populares para compor cenários religiosos e o gosto por cenas de gênero marcam as obras do pintor milanês, um dos primeiros a desafiar a hierarquia imposta pelos teóricos da época, que viam a natureza-morta como tema menor. "Custa-me tanto trabalho fazer um bom quadro de flores, quanto um quadro de figuras", afirma ele. Na Espanha, Juan Sánchez Cotán (1560 - 1627) renova o gênero, valendo-se da abertura de janelas para emoldurar os objetos (Natureza-Morta com Marmelo, Couve, Melão e Pepino, 1600). No sul do país, o tema é adotado por Francisco de Zubarán (1598 - 1664), que desenvolve uma obra religiosa naturalista, produzindo paralelamente uma série de naturezas-mortas e cenas de gênero. Em Madri, Juan van der Hamen y León (1596 - 1631) confere novos contornos a esse tipo de pintura, dispondo os objetos em diferentes níveis e reduzindo o número de elementos da cena (Natureza-Morta com Frutas e Objetos de Cristal, 1626)."




O Pintor Caravaggio foi um dos pioneiros do estilo de pintura de "Natureza-Morta":

"Cesta de Frutas" - Caravaggio
Pintor barroco italiano (1571-1610)

"Still Life com Frutas" - Caravaggio
Pintor italiano (1571-1610)
Caravaggio
Pintor italiano (1571-1610)
"Still Life Com Flores e Frutas" - Caravaggio
Pintor italiano (1571-1610)
Caravaggio
Pintor italiano (1571-1610)



A pintura abaixo parece moderna?


Juan Sánchez Cotán
"Marmelo, Repolho, Melão e Pepino" - Juan Sánchez Cótan
Pintor espanhol (1561-1627)


As pinturas acima e abaixo parecem modernas mas são bem antigas. São do período Barroco, dos anos 1600s.

File:Still Life with Game Fowl,Vegetables and Fruits, Prado, Museum,Madrid,1602,HernaniCollection.jpg
Juan Sánchez Cótan
Pintor espanhol (1561-1627)


Pinturas que Parecem Fotografias

Luis Castro Lopo
Pintor Moçambicano contemporâneo

Luis Castro Lopo
Pintor Moçambicano contemporâneo


Artistas Brasileiros



Rodolfo Amoedo
Rodolfo Amoedo
Pintor brasileiro (1857-1941)

Benedito Calixto
Benedito Calixto
Pintor e professor brasileiro (1853-1927)

Benedito Calixto
Pintor e professor brasileiro (1853-1927)

Pedro Alexandrino Borges
Pintor brasileiro (1856-1942)

Pedro Alexandrino Borges
Pintor brasileiro (1856-1942)

Estevão Silva
Ficheiro:Estêvão Silva - Natureza-morta, 1891.jpg
Estevão Silva
Pintor brasileiro (1844-1891)

Estevão Silva
Pintor brasileiro (1844-1891)

Estevão Silva
Pintor brasileiro (1844-1891)


Di Cavalcanti
Di Cavalcanti
Pintor brasileiro (1897-1976)

Di Cavalcanti
Pintor brasileiro (1897-1976)


Aldemir Martins
Aldemir Martins
Pintor brasileiro (1922-2006)


Aldemir Martins
Pintor brasileiro (1922-2006)

Aldemir Martins
Pintor brasileiro (1922-2006)

Aldemir Martins
Pintor brasileiro (1922-2006)


Portinari
" Natureza Morta com Moringa" - Portinari
Pintor brasileiro (1903-1963)

"Natureza Morta" (1930) - Portinari
Pintor brasileiro (1903-1963)


Manabu Mabe
Manabu Mabe
Pintor nipo-brasileiro (1924-1997)

Manabu Mabe
Pintor nipo-brasileiro (1924-1997)



Vídeo: "Jimmy Brown e os Vegetais"
Curta de animação - Agência Genius
Cliente: Big Lar (2009)






"Ser vegetariano é viver uma vida de paz, saúde e longevidade."
(Sócrates, filósofo grego)



"Feliz seria a terra se todos os seres estivessem unidos pelos laços da benevolência e só se alimentassem de alimentos puros, sem derrame de sangue. Os dourados grãos que nascem para todos dariam para alimentar e dar fartura ao mundo."
(Buda)


"Quando me tornei vegetariano, poupei dois seres,
o outro e eu."
(Prof° Hermógenes)