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8 de junho de 2014

PINTURAS DE PÃES - PÃO-VINHO E QUEIJO -








ARTE EM ALIMENTOS


PINTURAS DE PÃES




Dia Nacional do Pão
09 de Junho

Dia Mundial do Pão
16 de Outubro

Dia Nacional do Trigo

10 de Novembro



Pão

Alimento Universal

O Pão é Tão Importante Quanto a Própria Civilização


Alimento muito simples
mas essencial.
Juntamente
com o sal,
que dá
o sabor
a tudo.
Pão
é
Vida.







O Pão Nosso de Cada Dia




Pão: Alimento Sagrado







"Nada melhor do que um pão compartilhado."
(Antoine de Saint-Exupéry)


Mas não o compartilhe com um camundongo...




Pão: Símbolo da Partilha






Música: "Cio da Terra" - Milton Nascimento

(clique na seta para ouvir)



"Forjar no trigo o milagre do pão
e se fartar de pão."
("Cio da Terra" - Milton Nascimento)





Duas pinturas de estilo acadêmico, do artista Salvador Dalí, famoso pelas obras surrealistas:

Salvador Dalí
Pintor catalão (1904-1989)


Salvador Dalí
Pintor catalão (1904-1989)




Pão e Sal: Alimento e Sabor



"Pão com sal era alimento de pobres.

Aos eremitas do deserto
e aos ascetas bastava-lhes pão e sal."


"Pão comido, pão esquecido."






Pão e Queijo








Pão e Água




Paul Cézanne
Pintor Frances (1839-1906)



Pão e Vinho - Comunhão

"Taça de Vinho" - Renoir
Pintor francês (1841-1919)


"E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos pelos que estavam assentados; e igualmente também dos peixes, quanto eles queriam. (João - 6,11)
"Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra.
Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo." (João - 6, 50-51)






"O pão, pela cor; o vinho, pelo sabor."





Pão, Vinho e Queijo





Jose Escofet
Pintor espanhol contemporâneo




Pão e cia...

Pinturas que parecem fotografias:





Jean François Millet
Pintor Realista Frances (1814-1875)


Maureen Thompson
Pintora contemporânea

























E o Café com Pão?

Elena Katsyura
Pintora russa contemporânea





"Nozes eram muito boas até que descobriram o pão."
(Mark Twain)


A Origem do Pão


Amassar o pão manualmente

A palavra pão origina-se do latim 'pane'.



Pão Ásimo, o pão não fermentado. Produzido  geralmente em forma achatada, mais consistente. Pode ser cozido ou assado, ou até mesmo frito.




História do Pão


"O pão é um produto alimentício resultado do cozimento de farinha com água e sal. O pão foi produzido pela primeira vez há 6.000 anos.

Segundo os historiadores o pão teria surgido juntamente com o cultivo do trigo, na região da Mesopotâmia, onde atualmente está situado o Iraque. Supõe-se que a princípio o trigo fosse apenas mastigado.

Acredita-se que os primeiros pães fossem feitos de farinha misturada ao fruto do carvalho (chamado bolota, lande ou noz). Seriam alimentos achatados, duros, secos e que também não poderiam ser comidos logo depois de prontos por serem bastante amargos. Assim, talvez fosse necessário lavá-los em água fervente por diversas vezes antes de se fazer as broas que eram expostas ao sol para secar. Tais broas eram assadas da mesma forma que os bolos, sobre pedras quentes ou embaixo de cinzasá 6000 anos."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/P% C3% A3o


Egito

 "A origem do pão, por mais que se pesquise, permanece controvertida. Acredita-se que os povos pré-históricos começaram a produzi-lo a, aproximadamente, 10.000 anos atrás. Na antiga Mesopotâmia, as pessoas utilizavam pedras para moer os grãos de cereais; misturando com água, obtinham uma massa que, era cozida sobre o fogo.

          Mas, aos egípcios que foi atribuída a descoberta do processo fermentativo; a mistura de água e farinha era deixada ao sol até que se formassem bolhas e então assada entre pedras aquecidas. Eles utilizavam esta técnica em 2600 a.C. Os gregos chamavam o egípcios de “arthophagoi” que significa comedores de pão. Os egípcios criaram também o primeiro forno, e começaram a utilizar diversos tipos de cereais para fazer farinhas e pães."


        

"Os gregos, que atribuíam a origem do pão aos deuses deram a ele um caráter sagrado. Nós devemos aos gregos a instituição das padarias como estabelecimentos comerciais públicos, e eles ensinaram isto aos romanos. A grande expansão do pão em Roma causou o nascimento da primeira associação oficial de panificadores. Seus membros gozavam de um status muito privilegiado. Eles eram livres de alguns deveres sociais e isentos de muitos impostos. A panificação tornou-se tão prestigiosa durante o Império Romano, que era considerada no mesmo nível que outras artes, como escultura, arquitetura ou literatura. Até politicamente, as classes dominantes usavam pão para satisfazer o povo e fazê-los esquecer os problemas econômicos oriundos da expansão do Império.
           Com o passar do tempo, o pão foi se tornando um alimento praticamente indispensável para o ser humano. Por isso ele esta presente em vários momentos da história, assim como nos costumes de diferentes povos.

A Bíblia relata que os judeus não puderam esperar seus pães levedarem antes da fuga do Egito, levando assim, um pão de massa pesada e azeda; este episódio é lembrado a té hoje como a Páscoa judáica, quando se come o chamado pão ázimo. Também na Bíblia, outro episódio torna o pão um símbolo sagrado, na Ceia, ao dividir o alimento com os apóstolos, Jesus afirmou que cada pedaço daquele pão era o seu próprio corpo.
           Na Europa, era costume a mãe oferecer um pouco de massa de pão em dote para a filha, com a idéia de que esta fizesse isso para sua filha, assim sempre se comeria um bom pão. Conta-se que os irmãos Fleischmann, austríacos, ao visitarem uma irmã nos Estados Unidos, em 1865, ficaram horrorizados com a qualidade do pão. Ao emigrarem definitivamente, dois anos depois, levaram no bolso um pouco do lêvedo usado na casa da mãe – e iniciaram a indústria de produção do lêvedo prensado ou desidratado que existe, hoje, no mundo inteiro.

          Hoje, devido ao grande intercâmbio cultural, conhece-se uma infinidade de tipos de pães. Cada povo, cada região do mundo, tem seu pão típico. A baguette da França, o scone da Inglaterra, o parata da Índia, e outros muitos. Com essa variedade de pães, foi necessária e implantação de regras (legislações) para a produção destes."




"O que é comprovado historicamente e se tem registro é que a criação do pão é mérito dos egípcios que observaram a fermentação de uma massa de trigo em aproximadamente 4.000 a. C."







A Farinha

"A farinha que é derivada dos cereais foi um marco na história da alimentação do
homem:
foram muitos milênios desde os grãos de cereais até a invenção da farinha, que logo o homem se valeu dela para o fabrico do pão e dos bolos."
http://www.pousadadascores.com.br/culinaria/historia_pao/historia_pao.htm



A Descoberta do Fermento

"Os nossos índios tupinambás e guaranis, ainda neolíticos (pedra polida). Já dominavam o cultivo e a fermentação do milho. Os astecas do México, muito mais adiantados, já na idade dos metais, transformavam o milho em farinha e esta última em várias modalidades de "pães". Então, por que não admitir que também na Eurásia os grãos e várias formas primitivas de pão tivessem sido atingidos simultaneamente em diferentes culturas? Quanto à panificação propriamente dita, aquela do pão fermentado e consequentemente mais macio, tudo indica que tenha acontecido por acaso, ou por engano. Bastou que alguém tivesse esquecido uma quantidade de farinha úmida por um pouco mais de tempo antes de levá-la ao calor, para que essa massa de alguma forma fermentasse espontaneamente, produzindo bolachas ou focacce bem mais macias e saborosas do que de costume. Estava descoberto o princípio básico do pão."



10 de janeiro de 2014

PINTURAS NA COR VERMELHA










PINTURAS NA COR VERMELHA


Vermelho é Quente
Sangue
Coração
Paixão
Desejo

Vermelho é Intenso
Forte
Tem Poder
Vida
Agitação



"Ramos da Amendoeira em Flor" - Vincent van Gogh


"Chuva Translúcida" - Jane Mackay
Pintora australiana contemporânea


Música: "Red Rain" ("Chuva Vermelha") - Peter Gabriel
Compositor inglês contemporâneo





"Balão Vermelho" - Paul Klee
Pintor suíço (1879-1840)






Kandinsky
Pintor russo (1866-1944)


Matisse
Pintor francês (1869-1954)


"Sala Vermelha" - Matisse
Pintor francês (1869-1954)


"Estúdio Vermelho" - Matisse
Pintor francês (1869-1954)



Vermelho na Psicologia das Cores

"Vermelho é a cor própria dos anúncios publicitários, transmite energia e vigor; também é a cor de todas as paixões, do amor ao ódio; é a cor dos reis e do socialismo, da alegria e do perigo; era usado pelos imperadores romanos e pode evocar a guerra e o mau. Assim, simboliza sensualidade, calor, agressividade, sangue, fogo, revolução, ação, paixão, força, desconfiança, destruição, crueldade e raiva. Aumenta a atenção, é estimulante, motivador. Indicado para uso em anúncios de artigos que indicam calor e energia, artigos técnicos e de ginástica."


"Sol Vermelho" - Joan Miró
Pintor catalão (1893-1983)


"Vermelho" - Joan Miró
Pintor catalão (1893-1983)


"Sala de Jantar" - Pierre Bonnard
Pintor francês (1867-1947)



Vermelhas Flores

Vincent van Gogh
 Pintor holandês (1853-1890)


Vincent van Gogh
Pintor holandês (1853-1890)


Georgina de Albuquerque
Pintora brasileira (1885-1962)


Georgina Albuquerque
Pintora brasileira (1885-1962)


Renoir
Pintor francês (1841-1919)


"Papoulas" - Georgia O'Keeffe
Pintora norte americana (1887-1986)


"Cana Vermelha"- Georgia O'Keefe
Pintora norte americana (1887-1986)


Música: "Vermelho" - Vanessa da Mata






As Pinturas Vermelhas
do Artista Plástico Brasileiro
 Newton Mesquita



O artista Newton Mesquita utiliza em algumas de suas pinturas a técnica "Glicée"*






 








 



*Utilização da Técnica de Pintura 'Giclée'

"O termo giclée é o termo genérico utilizado no mundo inteiro para caracterizar a impressão de uma obra de arte sobre diferentes materiais como a tela, o papel Arches... através de uma impressora à jato de tinta de alta definição e de grande formato.
Algumas pessoas utilizam a expressão giclê adaptada à língua portuguesa para que essa seja pronunciada como a palavra de origem francesa.

Hoje em dia o processo giclée é o mais usado em reprodução numérica de altíssima qualidade de uma obra de arte original.
A impressão giclée sobre a tela é uma ótima opção para os artistas que queiram reproduzir suas obras com extrema qualidade, mantendo a identidade da obra na reprodução. A impressão sobre a tela é geralmente montada ao chassi e recebe uma camada de verniz como uma obra original fazendo com que a reprodução e a obra original sejam extremamente semelhantes. Por outro lado a obra original será sempre única pois a impressão giclée não reproduz o aspecto de relevo que a tela original possui.
Esse processo permite também aumentar ou reduzir o tamanho da reprodução da obra oferecendo ao artista mais chances de atingir as necessidades de seus clientes."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gicl%C3%A9e




Música: "Lady in Red" ("Dama de Vermelho") - Chris DeBurgh





Mulheres de Vermelho

"Menina de Vermelho" - Edgar Degas
Pintor francês (1834-1917)


"Blusa Vermelha" - Egon Schiele
Pintor austríaco (1890-1918)


"Blusa Listrada" - Pierre Bonnard
Pintor francês (1867-1947)


Alfred Émile Stevens
Pintor belga (1823-1906)






"Vestido Vermelho" - Cézanne
Pintor francês (1839-1906)


"Melancolia" - Edgar Degas
Pintor francês (1834-1917)

George Hendrik Breitner
Pintor holandês (1857-1923)


"Moça de Quimono Vermelho Deitada" - George Hendrik Breitner
Pintor holandês (1857-1923)


George Hendrik Breitner
Pintor holandês (1857-1923)


Charles Hawthorne
Pintor norte americano (1862-1930)


John Everett Millais
Pintor inglês (1829-1896)


Renoir
Pintor francês (1841-1919)


Renoir
Pintor francês (1841-1919)


Renoir
Pintor francês (1841-1919)

"Vestido Vermelho" - Charles Hawthorne
Pintor norte americano (1862-1930)


Thomas Anshutz
Pintor norte americano (1851-1912)


"Retrato de Moça com Vestido Vermelho" - Alexander Werneck Grigorievich





Vermelho


"Vermelho, também chamado de encarnado e escarlate, é um número de cores semelhantes evocadas pela luz constituída essencialmente pelos maiores comprimentos de onda visíveis pelo olho humano, aproximadamente na gama de 630 a 740 nm.1 Comprimentos de onda mais longos do que isso são chamados de infravermelhos ou abaixo do vermelho, e não podem ser vistos a olho nu por pessoas.2 O escarlate é utilizado como uma das cores aditivas primárias da luz, complementar ao ciano, nos sistemas de cores vermelho-verde-azul. O vermelho é também uma das cores subtrativas primárias no espectro de cores vermelho-amarelo-azul, mas não no espectro de cores ciano-magenta-amarelo-preto. É ainda, junto ao azul e ao amarelo, uma das cores pigmento-primárias.
Seu nome se origina da palavra para pequeno verme na língua latina, derivando primariamente do grego. Na natureza, descreve um planeta e as estrelas gigantes, além de estar ligado a reações físicas e intimidação. Colore ainda minerais, vegetais, pele, escamas, pelos e penas dos animais. Historicamente, seu datado primeiro uso é marcado na Pré-História, quando representava as caçadas; com o passar dos anos, conquistou significados positivos e negativos, que iam desde fertilidade e boa sorte à cor do deus Seth.
Na cultura humana, representa desde habilidades comunicativas aos nomes de bandas e ruas, não apenas na língua portuguesa. Ao longo do tempo adquiriu seu próprio simbolismo e valor psicológico na comunicação global. Significou riqueza e poder, e hoje é sinônimo do proibido, do violento, do apaixonante e do amoroso. É ainda elemento presente em terapias, religiões e até mesmo no senso comum."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vermelho





"O vermelho possui diferentes nomes devido a variação de sua obtenção, que podia vir de um minério, de um vegetal ou até mesmo de um inseto (Cochilha)."





A Cor Vermelha nas Artes


"O vermelho está presente na produção artística desde que o homem começou a pintar.

Na Pré-História, achados arqueológicos mostram a utilização de ocre vermelho em pinturas de cavernas.
Os artistas daqueles tempos eram chamados também de paleolíticos, como o homem e o período, e usavam dos dedos tanto para preparar a tinta, quanto para pintar. No Egito Antigo, durante o tempo compreendido entre 8000 e 5000 a .C, foi desenvolvida a chamada arte egípcia, que incluía pinturas feitas em sarcófagos, paredes e papiros. Para isso, eram utilizadas cores naturais e sintéticas. Entre as naturais estava o vermelho, obtido também através do ocre, conhecido também pelos gregos e romanos. Os europeus, por sua vez, possuíam uma técnica de pintura em cerâmica, na qual não usavam de uma tinta vermelha, mas sim de uma preta: o fundo, natural deste material, dava a impressão do desenho ser vermelho, ao passo que os contornos eram em pigmentos negros.
Já no Oriente, para a obtenção da cor vermelha, chineses e japoneses usavam do zarcão, conhecido ainda como vermelho de chumbo, enquanto na América do Norte, o vermelho vinha da calcinação do ocre amarelo e de fungos das pináceas.
Na América do Sul, alguns indígenas usavam o vermelho do urucum em uma espécie de arte corporal (pintada no corpo) para atrair a vivacidade da cor.
Na história do vermelho na arte, destacaram-se os pigmentos naturais. Na arte medieval, o minium (cinábrio) e a sinopia (ocre rico em hematita) já eram conhecidos dos artistas da Antiguidade Clássica sendo, inclusive, descritos por Plínio em seus escritos. Na Idade Média, a sinopia passou a designar algumas tonalidades deste ocre, encontradas em murais e pinturas de cavalete até o século XIV. Na iluminura da época, outro pigmento vermelho natural foi usado, também já conhecido na Antiga Grécia e na América do Norte: o vermelho de chumbo, que era barato, fácil de produzir e coloriu policromias escultóricas e painéis do século XII ao XV. Ainda durante este período foi descoberto outro tom de vermelho, chamado vermelhão, também natural, oriundo do sulfeto de mercúrio. Um dos exemplos deste vermelho está na obra de Giotto, chamada "O Pentecoste". Nesta pintura, o vermelho do mosaico presente na arquitetura e nas roupas dos discípulos é o vermelhão."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vermelho