O carpinteiro é o profissional que atua geralmente na construção de habitações e estruturas de madeira. Também constrói ferramentas, peças para construção civil e naval etc.
O marceneiro trabalha na construção dos móveis, armários, etc. Ele trabalha com arte, dando forma às madeiras mais nobres.
Dia 19 de Março - Dia do Carpinteiro - Dia de São José
"A profissão de carpinteiro também tem sua origem nos tempos bíblicos e que é comemorada no dia 19 de março, em homenagem ao Dia de São José, pai de Jesus na Terra, que é o primeiro marceneiro que a história registra."
Carpintaria em Nazareth
"A Sagrada Família na Marcenaria" - Jean Tassel Pintor francês (c.1608-1667)
Edward William Sttot Pintor inglês (1859-1918)
"Cristo em Casa com seus Pais" - John Everett Millais Pintor inglês (1829-1906)
Jacopo da Ponte Pintor italiano (1510-1592)
"Mórmons Visitam um Carpinteiro do Campo" - Christen Dalsgaard Pintor dinamarquês (1824-1907)
Alfred Wolmark Pintor inglês (1877-1961)
Nicolas Bernard Lepicie Pintor francês (1735-17854)
"Carpintaria" - John William Hill Pintor inglês (1812-1879)
"Marcenaria é o trabalho de transformar madeira em um objeto útil ou decorativo. A marcenaria evoluiu da carpintaria, na atualidade sofreu algumas mudanças, pois o profissional nesta área trabalha principalmente com laminados industrializados (madeira), como compensado(Brasil) ou contraplacado (Portugal), aglomerado, MDF, laminado melamínico, folhas de madeira, etc.
O marceneiro deve possuir o dom da criatividade e saber desenhar em perspectiva, além de ter um vasto conhecimento do uso das ferramentas e materiais dessa área. No uso de máquinas (serra circular ou de fita, tupia, formão, desempenadeira, etc) a cautela é primordial, pois qualquer acidente pode ser irreversível." Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcenaria
No período medieval já haviam descoberto algumas das ferramentas utilizadas pelos marceneiros.
"Vermelho é a cor própria dos anúncios publicitários, transmite energia e vigor; também é a cor de todas as paixões, do amor ao ódio; é a cor dos reis e do socialismo, da alegria e do perigo; era usado pelos imperadores romanos e pode evocar a guerra e o mau. Assim, simboliza sensualidade, calor, agressividade, sangue, fogo, revolução, ação, paixão, força, desconfiança, destruição, crueldade e raiva. Aumenta a atenção, é estimulante, motivador. Indicado para uso em anúncios de artigos que indicam calor e energia, artigos técnicos e de ginástica."
"Sol Vermelho" - Joan Miró Pintor catalão (1893-1983)
"Vermelho" - Joan Miró Pintor catalão (1893-1983)
"Sala de Jantar" - Pierre Bonnard Pintor francês (1867-1947)
Vermelhas Flores
Vincent van Gogh Pintor holandês (1853-1890)
Vincent van Gogh Pintor holandês (1853-1890)
Georgina de Albuquerque Pintora brasileira (1885-1962)
"Papoulas" - Georgia O'Keeffe Pintora norte americana (1887-1986)
"Cana Vermelha"- Georgia O'Keefe Pintora norte americana (1887-1986)
Música: "Vermelho" - Vanessa da Mata
As Pinturas Vermelhas do Artista Plástico Brasileiro Newton Mesquita
O artista Newton Mesquita utiliza em algumas de suas pinturas a técnica "Glicée"*
*Utilização da Técnica de Pintura 'Giclée'
"O termo giclée é o termo genérico utilizado no mundo inteiro para caracterizar a impressão de uma obra de arte sobre diferentes materiais como a tela, o papel Arches... através de uma impressora à jato de tinta de alta definição e de grande formato.
Algumas pessoas utilizam a expressão giclê adaptada à língua portuguesa para que essa seja pronunciada como a palavra de origem francesa.
Hoje em dia o processo giclée é o mais usado em reprodução numérica de altíssima qualidade de uma obra de arte original.
A impressão giclée sobre a tela é uma ótima opção para os artistas que queiram reproduzir suas obras com extrema qualidade, mantendo a identidade da obra na reprodução. A impressão sobre a tela é geralmente montada ao chassi e recebe uma camada de verniz como uma obra original fazendo com que a reprodução e a obra original sejam extremamente semelhantes. Por outro lado a obra original será sempre única pois a impressão giclée não reproduz o aspecto de relevo que a tela original possui.
Esse processo permite também aumentar ou reduzir o tamanho da reprodução da obra oferecendo ao artista mais chances de atingir as necessidades de seus clientes."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gicl%C3%A9e
Música: "Lady in Red" ("Dama de Vermelho") - Chris DeBurgh
Mulheres de Vermelho
"Menina de Vermelho" - Edgar Degas Pintor francês (1834-1917)
"Blusa Vermelha" - Egon Schiele Pintor austríaco (1890-1918)
"Blusa Listrada" - Pierre Bonnard Pintor francês (1867-1947)
"Melancolia" - Edgar Degas Pintor francês (1834-1917)
George Hendrik Breitner Pintor holandês (1857-1923)
"Moça de Quimono Vermelho Deitada" - George Hendrik Breitner Pintor holandês (1857-1923)
George Hendrik Breitner Pintor holandês (1857-1923)
Charles Hawthorne Pintor norte americano (1862-1930)
John Everett Millais Pintor inglês (1829-1896)
Renoir Pintor francês (1841-1919)
Renoir Pintor francês (1841-1919)
Renoir Pintor francês (1841-1919)
"Vestido Vermelho" - Charles Hawthorne Pintor norte americano (1862-1930)
Thomas Anshutz Pintor norte americano (1851-1912)
"Retrato de Moça com Vestido Vermelho" - Alexander Werneck Grigorievich
Vermelho
"Vermelho, também chamado de encarnado e escarlate, é um número de cores semelhantes evocadas pela luz constituída essencialmente pelos maiores comprimentos de onda visíveis pelo olho humano, aproximadamente na gama de 630 a 740 nm.1 Comprimentos de onda mais longos do que isso são chamados de infravermelhos ou abaixo do vermelho, e não podem ser vistos a olho nu por pessoas.2 O escarlate é utilizado como uma das cores aditivas primárias da luz, complementar ao ciano, nos sistemas de cores vermelho-verde-azul. O vermelho é também uma das cores subtrativas primárias no espectro de cores vermelho-amarelo-azul, mas não no espectro de cores ciano-magenta-amarelo-preto. É ainda, junto ao azul e ao amarelo, uma das cores pigmento-primárias.
Seu nome se origina da palavra para pequeno verme na língua latina, derivando primariamente do grego. Na natureza, descreve um planeta e as estrelas gigantes, além de estar ligado a reações físicas e intimidação. Colore ainda minerais, vegetais, pele, escamas, pelos e penas dos animais. Historicamente, seu datado primeiro uso é marcado na Pré-História, quando representava as caçadas; com o passar dos anos, conquistou significados positivos e negativos, que iam desde fertilidade e boa sorte à cor do deus Seth.
Na cultura humana, representa desde habilidades comunicativas aos nomes de bandas e ruas, não apenas na língua portuguesa. Ao longo do tempo adquiriu seu próprio simbolismo e valor psicológico na comunicação global. Significou riqueza e poder, e hoje é sinônimo do proibido, do violento, do apaixonante e do amoroso. É ainda elemento presente em terapias, religiões e até mesmo no senso comum."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vermelho
"O vermelho possui diferentes nomes devido a variação de sua obtenção, que podia vir de um minério, de um vegetal ou até mesmo de um inseto (Cochilha)."
A Cor Vermelha nas Artes
"O vermelho está presente na produção artística desde que o homem começou a pintar.
Na Pré-História, achados arqueológicos mostram a utilização de ocre vermelho em pinturas de cavernas.
Os artistas daqueles tempos eram chamados também de paleolíticos, como o homem e o período, e usavam dos dedos tanto para preparar a tinta, quanto para pintar. No Egito Antigo, durante o tempo compreendido entre 8000 e 5000 a .C, foi desenvolvida a chamada arte egípcia, que incluía pinturas feitas em sarcófagos, paredes e papiros. Para isso, eram utilizadas cores naturais e sintéticas. Entre as naturais estava o vermelho, obtido também através do ocre, conhecido também pelos gregos e romanos. Os europeus, por sua vez, possuíam uma técnica de pintura em cerâmica, na qual não usavam de uma tinta vermelha, mas sim de uma preta: o fundo, natural deste material, dava a impressão do desenho ser vermelho, ao passo que os contornos eram em pigmentos negros.
Já no Oriente, para a obtenção da cor vermelha, chineses e japoneses usavam do zarcão, conhecido ainda como vermelho de chumbo, enquanto na América do Norte, o vermelho vinha da calcinação do ocre amarelo e de fungos das pináceas.
Na América do Sul, alguns indígenas usavam o vermelho do urucum em uma espécie de arte corporal (pintada no corpo) para atrair a vivacidade da cor.
Na história do vermelho na arte, destacaram-se os pigmentos naturais. Na arte medieval, o minium (cinábrio) e a sinopia (ocre rico em hematita) já eram conhecidos dos artistas da Antiguidade Clássica sendo, inclusive, descritos por Plínio em seus escritos. Na Idade Média, a sinopia passou a designar algumas tonalidades deste ocre, encontradas em murais e pinturas de cavalete até o século XIV. Na iluminura da época, outro pigmento vermelho natural foi usado, também já conhecido na Antiga Grécia e na América do Norte: o vermelho de chumbo, que era barato, fácil de produzir e coloriu policromias escultóricas e painéis do século XII ao XV. Ainda durante este período foi descoberto outro tom de vermelho, chamado vermelhão, também natural, oriundo do sulfeto de mercúrio. Um dos exemplos deste vermelho está na obra de Giotto, chamada "O Pentecoste". Nesta pintura, o vermelho do mosaico presente na arquitetura e nas roupas dos discípulos é o vermelhão."