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3 de setembro de 2014

PINTURAS DE TRENS - LOCOMOTIVAS








ARTE E TRANSPORTES

PINTURAS DE TRENS







Música: "Trenzinho Caipira" - Bachianas Brasileiras n.2 - Heitor Villa-Lobos
Compositor brasileiro (1887-1957)



Os Trens do Pintor e Escritor Inglês Hamilton Ellis


Cuthbert Hamilton-Ellis
Pintor inglês (1909-1987)

Cuthbert Hamilton-Ellis
Pintor inglês (1909-1987)

Hamilton Ellis

Hamilton Ellis



Monet também pintou trens


"Trem na Neve" - Claude Monet
Pintor francês (1840-1926)


"Ao ver a luz no fim do túnel. Certifique-se de que não é o TREM!"
(Carlos Drumond de Andrade)


"Estação de Trem" - Monet

Monet

"Estação St. Lazare" - Claude Monet

"Trem na Neve em Argenteuil" - Monet



"Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica,
mas atravessa a noite, a madrugada, o dia,
atravessou minha vida,
virou só sentimento."

(Adélia Prado)






"Quem anda no trilho é trem de ferro, sou água que corre entre pedras: liberdade caça jeito."
(Manoel de Barros)














Wynne B. Jones
Pintor inglês contemporâneo

Wynne B. Jones
Pintor inglês contemporâneo











Os Trens de Van Gogh

Vincent Van Gogh
Pintor holandês (1853-1890)

Van Gogh

Van Gogh


Música: "Encontros e Despedidas" - Milton Nascimento
Compositor brasileiro contemporâneo



"O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro é também despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar."

("Encontros e Despedidas" - Milton Nascimento)



William Turner
Pintor inglês (1775-1851)

Marcus Krackowizer
Pintor inglês contemporâneo




Música: "Trenzinho Caipira" - Edu Lobo
Composição: Heitor Villa-Lobos
Letra: Ferreira Gullar
Intérprete:  Edu Lobo




Trenzinho Caipira

Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra
Vai pelo mar
Cantando pela serra do luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar no ar no ar no ar no ar
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra
Vai pelo mar
Cantando pela serra do luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar no ar no ar

(Ferreira Gular - Poema Sujo)






Trem de Ferro

Café com pão 
Café com pão
Café com pão

Virge Maria que foi isso maquinista?

Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força
(trem de ferro, trem de ferro)

Oô...
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pasto
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
Da ingazeira
Debruçada
No riacho
Que vontade
De cantar!
Oô...
(café com pão é muito bom)

Quando me prendero
No canaviá
Cada pé de cana
Era um oficiá
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matar minha sede
Oô...
Vou mim bora vou mim bora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...

Va ou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo 
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...

(trem de ferro, trem de ferro)
(Manoel Bandeira)





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Som de Trens Apitando






A Origem da Locomotiva



"O jesuíta belga Ferdinand Verbiest teria sido um dos precursores do trem em Pequim, ao idealizar em 1681 uma máquina auto-propulsora a vapor.

Em 1769, Joseph Cugnot, militar francês, construiu em Paris uma máquina a vapor para o transporte de munições.

A Locomotiva a Vapor de Cugnot






"Após várias tentativas fracassadas, Richard Trevithick, engenheiro inglês, conseguiu em 1804, construir uma locomotiva a vapor que conseguiu puxar cinco vagões com dez toneladas de carga e setenta passageiros à velocidade vertiginosa de 8 km por hora usando para o efeito carris fabricados em ferro-fundido. Esta locomotiva, por ser demasiado pesada para a linha-férrea e avariar constantemente, não teve grande sucesso."

Trevithick

"Outro inglês, John Blenkinsop, construiu uma locomotiva em 1812 que usava dois cilindros verticais que movimentavam dois eixos, unidos a uma roda dentada que faziam accionar uma cremalheira. Esta máquina usava também carris de ferro-fundido, que vieram substituir definitivamente os trilhos em madeira usados até aí. Estes trilhos ou linhas de madeira tinham sido desenvolvidos na Alemanha por volta do ano de 1550, serviam carruagens que eram puxadas por animais, principalmente por cavalos mas também, por vezes, à força de braços."

Desenho da que seria uma das primeiras locomotivas

Locomotiva  Rocket de Stephenson

"No entanto, o passo de gigante para o desenvolvimento da locomotiva e por consequência do trem, seria dado por George Stephenson. Este inglês, mecânico nas minas de Killingworth, construiu a sua primeira locomotiva a quem chamou Blucher, corria o ano de 1814. A Blucher, que se destinava ao transporte dos materiais da mina, conseguiu puxar uma carga de trinta toneladas à velocidade de 6 quilómetros por hora. Stephenson viria a construir a primeira linha férrea, entre Stockton e a região mineira de Darlington, que foi inaugurada em 27 de Setembro de 1825 e tinha 61 km de comprimento; quatro anos mais tarde, foi chamado a construir a linha férrea entre Liverpool e Manchester. Nesta linha foi usada uma nova locomotiva, batizada Rocket, que tinha uma nova caldeira tubular inventada pelo engenheiro francês Marc Seguin e já atingia velocidades da ordem dos 30 km/hora."
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Apito do Trem a Vapor





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