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15 de julho de 2014

PINTURAS PÓS-IMPRESSIONISTAS - PAUL GAUGUIN E PAUL SERUSIER









PAUL GAUGUIN E PAUL SERUSIER

Dois Artistas Pós-Impressionistas Franceses




"Jacob Lutando com o Anjo" (ou "Visão Depois do Sermão") - Paul Gauguin
Pintor francês (1848-1903)


Algumas semelhanças nas pinturas destes dois colegas de grupo artístico


"A Lavadeira" - Paul Serusier
Pintor francês (1864-1927)


Paul Serusier

Paul Sérusier  foi um pintor pós-impressionista francês.
"Estudou na Academia Julian e foi monitor na mesma instituição em meados da década de 1880. No Verão de 1888 viajou para Pont-Aven e juntou-se a um grupo de jovens artistas liderados por Paul Gauguin.

Em Pont-Aven, o artista pinta 'O Talismã', sob a supervisão de Gauguin. Sob influência dos dois, formou-se o grupo pós-impressionista Les Nabis (Os Profetas).
Pierre Bonnard, Edouard Vuillard e Maurice Denis tornaram-se os mais conhecidos do grupo, mas à época, a sua influência no grupo era periférica.
Trabalhou, finalmente, na Académie Ranson e publicou o seu livro 'ABC de la Peinture' em 1921.
Paul teve uma influência reconhecida na arte pós-impressionista, e é lembrado como um pintor um dos grandes vanguardistas franceses do início do século XX e um dos mais influentes na pintura da época, mesmo que ele próprio estivesse bastante influenciado por Gauguin.
A sua principal obra, 'O talismã' (ver pintura abaixo), reflete essa influência. O seu trabalho, e o dos seus companheiros, antecedeu ao fauvismo."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_S%C3%A9rusier

"O Talismã" ("O Rio Avon e a Ponte do Amor") - Paul Serusier
Pintor francês (1864-1927)


Música: "Sicilienne - Piano Op. 78" - Gabriel Fauré
Compositor, pianista e professor francês (1845-1924)




O Pós-Impressionismo

"O pós-impressionismo foi a expressão artística utilizada para definir a pintura e, posteriormente, a escultura no final do impressionismo, por volta de 1885, marcando também o início do cubismo, já no início do século XX. O pós-impressionismo designa-se por um grupo de artistas e de movimentos diversos onde se seguiram as suas tendências para encontrar novos caminhos para a pintura. Estes, acentuaram a pintura nos seus valores específicos – a cor e bidimensionalidade.

A maioria de seus artistas iniciou-se como impressionista, partindo daí para diversas tendências distintas. Chamavam-se genericamente pós-impressionistas os artistas que não mais representavam fielmente os preceitos originais do impressionismo, ainda que não tenham se afastado muito dele ou estejam agrupados formalmente em novos grupos.
Sentindo-se limitados e insatisfeitos pelo estilo impressionista, alguns jovens artistas queriam ir mais além, ultrapassar a Revolução de Monet. Aí se encontra a gênese do novo movimento, que não buscava destruir os valores do grande mestre, e sim aprimorá-los.
Insurge-se contra o impressionismo devido à sua superficialidade ilusionista da análise à realidade.
Movimentos impressionistas como o Pontilhismo ou o Divisionismo nunca são chamados pós-impressionistas mas sim de neo-impressionistas."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3s-impressionismo



Paul Serusier

Paul Serusier

"Um Domingo Bretão" - Paul Serusier

Paul Serusier

"Duas Mulheres Bretanhas e a Macieira em Flor" - Paul Serusier

"Eva Bretanha (Melancolia)" - Paul Serusier

"A Luta Bretanha" - Paul Serusier

"A Chuva" - Paul Serusier

"A Jovem Rainha Anne" - Paul Serusier

"A Floresta Sagrada" - Paul Serusier

Paul Serusier

 "As Filhas de Pelichtim (Filisteu)" - Paul Serusier




Paul Gauguin


Pinturas de Gauguin no período em que pintou as paisagens e as pessoas na Bretanha, ao norte da França

"Camponesas Bretanhas" - Paul Gauguin

"Mulheres na Esquina" - Paul Gauguin

Paul Gauguin



Música: "Piano Trio N. 2" - Schubert
Imagens com pinturas de Gauguin





"Meninas Bretanhas Dançando" - Paul Gauguin

"Paisagem na Bretanha"

"Ceifa na Bretanha"

"Paisagem da Ponte de Aven" - Paul Gauguin

"Os Alyscamps" - Paul Gauguin


"Gauguin morou durante algum tempo em Pont-Aven, na Bretanha, onde sua arte amadureceu.
Posteriormente, morou no sul da França, onde conviveu com Vincent Van Gogh."



As Pinturas de Gauguin retratando as paisagens e as pessoas de Arles

"Árvores Azuis" - Paul Gauguin


"Colheita de Uvas em Arles" - Paul Gauguin

"Night Café em Arles" - Paul Gauguin

"Mulheres em Arles" - Paul Gauguin


"Próximo de Arles" - Paul Gauguin

"Lavadeiras no Roubine em Arles"


Gauguin retratou seu amigo Vincent van Gogh quando foi visitá-lo em Arles, cidade ao sul da França

"Van Gogh Pintando Girassóis" - Paul Gauguin



Pinturas de Gauguin no Taiti


Gauguin mudou-se para a Polinésia Francesa a procura de novos temas e encontrou a luminosidade, um povo exótico e naturalmente bronzeado

"O pintor parte para o Taiti em busca de novos temas e para se libertar dos condicionamentos da Europa. Suas telas surgem carregadas da iconografia exótica do lugar, e não faltam cenas que mostram um erotismo natural, fruto, segundo conhecidos do pintor, de sua paixão pelas nativas. A cor adquire mais preponderância representada pelos vermelhos intensos, amarelos, verdes e violetas."


"Mulheres Taitianas" - Paul Gauguin


"Por que não me atrevo a por toda a glória do sol na tela?"
(Gauguin)


"Paisagem Taitiana" - Paul Gauguin
"O Pequeno Vale" - Paul Gauguin

Paul Gauguin

Paul Gauguin

Paul Gauguin

"Siesta" - Paul Gauguin

"Três Taitianas" - Paul Gauguin

"Nave Moe" - Paul Gauguin

"Praia" - Paul Gauguin

"Tahitianos" - Paul Gauguin

"Ta Matete" (" O Mercado")

"Manama - Dia do Deus" - Paul Gauguin


"Tahitiana" - Paul Gauguin


"Um jovem incapaz de uma loucura, não é jovem, é velho."
(Gauguin)

"Auto-retrato com Cristo Amarelo" - Paul Gauguin


Vida e Obra

"Eugène-Henri-Paul Gauguin (Paris, 7 de junho de 1848  — Ilhas Marquesas, 8 de maio de 1903) foi um pintor francês do pós-impressionismo
Apesar de nascido em Paris, Gauguin viveu os primeiros sete anos de sua vida em Lima, no Peru, para onde seus pais se mudaram após a chegada de Napoleão III ao poder. Seu pai pretendia trabalhar em um jornal da capital peruana e foi o idealizador da viagem. Porém, durante a longa e terrível viagem de navio acabou por ter complicações de saúde e faleceu.
Quando voltou para seu país natal, em 1855, Gauguin estudou em Orléans e, aos 17 anos, ingressou na marinha mercante e correu o mundo. Trabalhou em seguida numa corretora de valores parisiense e, em 1873, casou-se com a dinamarquesa Mette Sophie Gad, com quem teve cinco filhos. 
Aos 25 anos, após a quebra da Bolsa de Paris, tomou a decisão mais importante de sua vida: dedicar-se totalmente à pintura. Começou assim uma vida de viagens e boemia, que resultou numa produção artística singular e determinante das vanguardas do século XX. Ao contrário de muitos pintores, não se incorporou ao movimento impressionista da época. Expôs pela primeira vez em 1876. 
Foi para Copenhagen, onde acabou ocorrendo o rompimento de seu casamento.

Sua obra, longe de poder ser enquadrada em algum movimento, foi tão singular como as de Van Gogh ou Paul Cézanne. Apesar disso, teve seguidores e pode ser considerado o fundador do grupo 'Les Nabis', que, mais do que um conceito artístico, representava uma forma de pensar a pintura como filosofia de vida.
Suas primeiras obras tentavam captar a simplicidade da vida no campo, algo que ele consegue com a aplicação arbitrária das cores, em oposição a qualquer naturalismo, como demonstra o seu famoso 'Cristo Amarelo' (pintura abaixo). As cores se estendem planas e puras sobre a superfície, quase decorativamente."


"O Cristo Amarelo" - Paul Gauguin

Na mesma época do "Cristo Amarelo", Gauguin também pintou o "Cristo Verde":

"O Cristo Verde" (ou "O Calvário") - Paul Gauguin

"O pintor parte para o Taiti em busca de novos temas e para se libertar dos condicionamentos da Europa. Suas telas surgem carregadas da iconografia exótica do lugar, e não faltam cenas que mostram um erotismo natural, fruto, segundo conhecidos do pintor, de sua paixão pelas nativas. A cor adquire mais preponderância representada pelos vermelhos intensos, amarelos, verdes e violetas.
Em meados de 1891 regressou ao Taiti, onde pintou cerca de uma centena de quadros sobre tipos indígenas, como "Vahiné no te tiare" a ("A moça com a flor") e "Mulheres de Taiti", além de executar inúmeras esculturas e escrever um livro, 'Noa noa'.
Quando voltou a Paris, realizou uma exposição individual na galeria de Durand-Ruel, voltou ao Taiti, mas fixou-se definitivamente na ilha Dominique. Nessa fase, criou algumas de suas obras mais importantes, como "De onde viemos? O que somos? Para onde vamos?" (pintura abaixo), uma tela enorme que sintetiza toda a sua pintura, realizada antes de uma frustrada tentativa de suicídio utilizando arsênio.
Em setembro de 1901, transferiu-se para a ilha Hiva Oa, uma das Ilhas Marquesas, onde veio a falecer de sífilis."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Gauguin

"De onde viemos? O que somos? Para onde vamos?"



"Fecho meus olhos para ver"
(Paul Gauguin)

"A arte precisa da filosofia assim como a filosofia precisa da arte. De outro modo, o que seria da beleza?"
(Paul Gauguin)


5 de maio de 2014

PINTURAS E FOTOGRAFIAS DE AQUEDUTOS - OS ARCOS DA LAPA OU AQUEDUTO DA CARIOCA NO RIO DE JANEIRO E OUTROS AQUEDUTOS








PINTURAS E FOTOGRAFIAS DE AQUEDUTOS


Os Aquedutos Romanos
que ainda existem em alguns países,
resistem à ação do tempo.


Arcos da Lapa ou Aqueduto da Carioca no Rio de Janeiro:






Música: "No Compasso do Criador" - Péricles
Compositor e intérprete brasileiro contemporâneo





"Aqueduto da Carioca - RJ" - Leandro Joaquim
Pintor brasileiro (c.1738-c.1798)



"O Aqueduto da Carioca", 1790 - Pintura de Leandro Joaquim

"O painel oval, (acima), datado de 1790, fez parte de uma série de 6 paineis, de autoria do artista Leandro Joaquim, onde aparece o Convento de Santa Teresa, uma Igreja que posteriormente passaria a se chamar Igreja de Nossa Senhora da Lapa; o Aqueduto da Carioca e uma lagoa no que é hoje o Largo da Lapa. Os painéis foram encomendados para decorar um local de visitação no Parque do Passeio Público, o primeiro parque público do Brasil. Atualmente fazem parte do acervo do Museu Histórico Nacional."


"Aqueduto da Carioca - RJ" - William Alexander
Pintor inglês (1824-1911)

"Arcos da Lapa" - Eliseu Visconti
Pintor ítalo-brasileiro (1866-1944)


História do Aqueduto da Carioca - Atual "Arcos da Lapa"


"Esta mesmas imagens pictóricas ajudam a contar a história do Aqueduto da Carioca, hoje conhecido como Arcos da Lapa, ajudam também a entender as transformações do Largo da Lapa e de áreas adjacentes, como Santa Teresa e o antigo Morro de Santo Antonio, que foi quase que totalmente demolido na metade do século 20.
O Aqueduto tem 42 arcos, em dois níveis sobrepostos, ligando o morro de Santa Teresa ao Morro de Santo Antonio (parcialmente demolido), fazendo assim a agua chegar ao chafariz da carioca.
O autor da obra e execução foi feita pelo engenheiro-militar José Fernandes Pinto de Alpoim. Até aquela época, era considerada a maior e mais importante obra de engenharia do Brasil nos tempos coloniais."
Fonte: http://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/arcos-da-lapa-1-1790.html

"Os primeiros estudos para trazer as águas do Rio Carioca para a cidade remontam a 1602, por determinação do então governador da Capitania do Rio de Janeiro, Martim Correia de Sá (1602-1608). Em 1624, um contrato para a construção do primitivo conduto foi firmado com Domingos da Rocha, que não chegou a iniciar os trabalhos. Em 1660, apenas 600 braças de canos estavam assentadas, tendo as obras recebido impulso em 1706, sob o governo de dom Fernando Martins Mascarenhas Lancastro (1705-1709).

Em 1718, sob o governo de Antônio de Brito Freire de Menezes (1717-1719), iniciaram-se as obras de instalação dos canos de água através da antiga Rua dos Barbonos (atual Rua Evaristo da Veiga). Sob o governo de Aires de Saldanha de Albuquerque Coutinho Matos e Noronha (1719-1725), em 1720, o encanamento alcançava o Campo da Ajuda (atual Cinelândia), ainda nos arrabaldes da cidade à época. Foi este governador quem, alterando o projeto original, defendeu a vantagem de se prolongar a obra até ao Campo de Santo Antônio (atual Largo da Carioca), optando pelos chamados Arcos Velhos – um aqueduto ligando o morro do Desterro (atual morro de Santa Teresa) ao morro de Santo Antônio, inspirado no Aqueduto das Águas Livres, que então começava a se erguer em Lisboa. A obra estava concluída em 1723, levando as águas à Fonte da Carioca, chafariz erguido também nesse ano, que as distribuía à população no referido Campo de Santo Antônio.

A solução foi paliativa, uma vez que já em 1727 se registram reclamações de falta de água, atribuindo-se à ação de quilombolas (escravos fugitivos, que viviam ocultos nas matas) a responsabilidade pela quebra dos canos. Mais tarde, o governo pediu contas ao encarregado pela conservação da obra o qual, furtando-se ao seu dever, evadiu-se. Foram estabelecidas, ainda, penas para os atos de vandalismo contra a obra."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aqueduto_da_Carioca

Richard Bate
Pintor inglês (1775-1856)

Yoshiya Takaoka
Pintor brasileiro (1909-1978)


Música: "A Procura Acabou" (DVD "Nos Arcos da Lapa") - Péricles
Compositor e intérprete brasileiro contemporâneo




"Frevo nos Arcos da Lapa" - Heitor dos Prazeres
Pintor brasileiro (1898-1966)

"Samba nos Arcos da Lapa" - Heitor dos Prazeres
Pintor brasileiro (1898-1966)



Os Arcos da Lapa em Pinturas Contemporâneas

"Arcos da Lapa" - Sandra Nunes
Pintora brasileira contemporânea

"Arcos da Lapa" - João Barcelos
Pintor brasileiro contemporâneo

"Arcos da Lapa" - João Barcelos
Pintor brasileiro contemporâneo

"Arcos da Lapa" - Eduardo Camões
Pintor brasileiro contemporâneo

"Arcos da Lapa" - Thereza Toscano
Pintora brasileira contemporânea

"Os Arcos da Lapa" - Lúcia de Lima
Pintora brasileira contemporânea

Helena Coelho
Pintora brasileira contemporânea


Outras pinturas de aquedutos



"Ruínas de Aqueduto" - André Giroux
Pintor francês (1801-1879)

"O Campo Romano com Aqueduto Claudia" - Camille Corot
Pintor francês (1796-1875)

"Paisagem Noturna com Aqueduto" - Théodore Géricault
Pintor francês (1791-1824)








"Marple Aqueduto" - Arthur Hallam Elton
Pintor inglês (1818-1883)

Ramsay Richard Reinagle
Pintor inglês (1775-1862)

"O Aqueduto" - Paul Serusier
Pintor francês (1864-1927)



Fotografias de Aquedutos

Aqueduto da Carioca ou Arcos da Lapa - Rio de Janeiro - Brasil

Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa) - Rio de Janeiro - Brasil

Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa) - Rio de Janeiro - Brasil

Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa) - Rio de Janeiro - Brasil



Vídeo: Show de Luzes nos Arcos da Lapa do Rio de Janeiro




Aqueduto das Águas Livres - Lisboa - Portugal


Os Aquedutos Romanos

"Com cimento vulcânico, tijolos e pedras, os romanos mostraram ao mundo como distribuir, ao longo de um imenso território, um dos bens mais preciosos que existem: a água. Os aquedutos que construíram por seu vasto império ajudaram a forjar o poder de sua civilização e mudaram a história da engenharia e da arquitetura ocidentais. Além de fornecer água potável para a população de suas distantes colônias, essas estruturas representavam – e ainda representam – o incrível domínio da tecnologia da construção atribuído aos engenheiros da Roma Antiga. É o que provam os vários aquedutos mais importantes do império que continuam de pé (ver abaixo)."
Fonte: http://casavogue.globo.com/Arquitetura/noticia/2012/09/aquedutos-romanos.html

Aqueduto Claudia - Roma - Itália

Aqueduto Claudia - Roma - Itália

Remoulins - França

Tarragona - Espanha

Aqueduto da Ponte du Gard - França

Segóvia - Espanha

Mérida - Espanha
Nerja - Espanha

Tomar - Portugal

Tomar - Portugal



Istambul - Turquia



Os Aquedutos - História

"Aqueduto é um canal ou galeria, subterrâneo ou à superfície, e construído com a finalidade de conduzir a água.
Os aquedutos são normalmente edificados sobre arcadas ou sob plataformas de vias de comunicação.
Foi com a civilização romana que os aquedutos tiveram um desenvolvimento extraordinário. A cidade de Roma, no século I, era abastecida por catorze aquedutos, o maior deles com 90 Km de extensão.


Nos aquedutos mais antigos o escoamento era geralmente com superfície livre, apresentando sempre uma inclinação mínima para que a água pudesse correr, e eram edificados em alvenaria. O atravessamento de vales importantes era feito sobre estruturas em arcaria.
Nos aquedutos modernos o escoamento é sob pressão, contando com tubos metálicos ou em betão e bombas motorizadas para elevar a coluna de água. Os aquedutos modernos são geralmente subterrâneos."
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aqueduto