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26 de março de 2013

ARTE EM PINTURAS RELIGIOSAS NA PÁSCOA JUDAICA







ARTE EM PINTURAS NA PÁSCOA JUDAICA



Feriado Judaico da Páscoa - Pessach
Início no dia 25 de março



 Neste Ano a Páscoa Judaica Coincide
 com a Semana Santa Cristã




Pinturas de Pessach
Albert Benaroya
Pintor turco-israelense contemporâneo

"Nesta pintura a óleo, que nos dá um vislumbre do feriado judaico da Páscoa (Pesach), uma  mesa de jantar tradicional, em que todos os membros da família e amigos íntimos se reunem e celebram este importante feriado judaico.
Na pintura observa-se vários símbolos tradicionais do feriado, como o copo de mazzot, o vinho, as velas e hagadá (textos). As flores glamourosas no vaso e o vinho tinto fazem esta pintura completa em perfeita harmonia".
(fonte: http://www.albertbenaroya.com/pesach-paintings


Boris Dubrov
Pintor russo contemporâneo


Música: "Sinfonia n.2 - mov. 1" - Mahler
Compositor austrícaco (1860-1911)
Regente: Zubin Mehta
Orquestra Filarmônica de Israel


"A Primeira Festa de Páscoa" - Huybrecht Beuckelaer
Pintor holandês (1563-1584)



Páscoa Judaica - Origem

A Festa da Páscoa, a primeira das grandes Festas judaicas mencionadas na Bíblia,
é observada e comemorada pelos judeus mais do que qualquer outra Festa do calendário judaico. Não é difícil de explicar por que os judeus se sentem atraídos pela Páscoa,
pois as raízes da Festa, na história judaica, são profundas.
A Páscoa celebra a saída dos filhos de Israel da servidão egípcia. A Páscoa, no hebraico Pesah, junto com a Festa das Semanas Chag há-Shavuót e a Festa dos Tabernáculos ou Cabanas Chag há-Sucót, é uma das três Grandes Festas ordenadas na Bíblia (Deut 16.1-17).  Originalmente, a Páscoa era dividida em duas Festas.
 Uma era a Festa Agrícola chamada «Festa do Pão Sem Fermento» heb Chag há-Matsót; a outra era uma Festa pastoral chamada «Festa do Cordeiro Pascal» heb Chag há-Pesah.
 Ambos os feriados se desenvolviam independentemente na época da primavera,
 durante o mês de Nisã (março/abril).
(Fonte: http://www.doutrinasbiblicas.com/pascoajudaica_t/pascoajudaica.htm)

"Pesach Judaico" - Elena Flerova
Pintora russa contemporânea



A Festa da Libertação

"Pessach também é chamado de 'Festa da Libertação', e este aspecto da festividade é enfatizado nos rituais e nas rezas: o êxodo da escravidão para a libertação simboliza a redenção física e espiritual e a aspiração do homem pela liberdade. Outro importante aspecto desta festividade é a condição de estar junto da família". 
Zalmon Kleinman - Pintor russo contemporãneo


Tradição:

"A Festa de 8 dias de Pêssach – também chamada de "A Festa das Matsot" e "A Época da  Liberdade".
À noite, as famílias conduzem um sêder (ordem) – um banquete ritual de 15 partes que abrange as observâncias da Festa de Pêssach: narram aos  filhos a história do Êxodo como é descrita e explicada na Hagadá; comem a matsá (pão ázimo), as ervas amargas mergulhadas em charôsset, e o aficoman (uma porção adicional de matsá servida como "sobremesa" em comemoração à oferenda de Pêssach); bebem os o vinho; e diversos outros alimentos simbólicos e rituais, comemorando a libertação da escravidão no Egito".
fonte: http://www.pt.chabad.org/calendar/view/




2 comentários:

  1. Lindo, adorei saber e ver tudo.
    Pêssach se diz 'Pêsarr', 'rr' como em carro, mas sem o 'o'. Aprendi na página de hebraico. *-*

    Admiro os judeus Messiânicos. Sâo os judeus que aceitam nosso Salvador, Yeshua como Salavador e libertador. Como o Filho do Criador. Eles não creem que Yeshua (chamado no Brasil Jesus) seja o próprio Criador, o que eu particularmente discordo. Mas não deixo de admirá-los.

    Cristãos e judeus messiânicos comemoram essa semana também a libertação, mas dessa vez da morte para a vida eterna. =')

    Interessante o ponto de ensinar aos filhos. De estar em comunhão com a família. O cerimonial sempre tem um motivo. O problema é quando se torna uma religiosidade não questionada, apagada, morta de significado. Mas quando se vive com o espírito, é lindo.

    Adorei ouvir Mahler. Tinha uma imagem da montanha de Massada. A história, que li em Israel em Abril é de chorar. Emocionante. Impressionante a perseverança dos refugiado de Massada. Eu postei no meu blog o texto referente a isso.

    Adorei, a cada dia mais empolgada com as suas postagens! Ainda vou por todas em dia uma hora dessas!
    ;*

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  2. Aline, minha jovem amiga erudita. Tanto conhecimento maravilhoso.
    Todas as religiões tem sua beleza e sabedoria. Também sou admiradora destes povos, que lutam pela sua liberdade de fato,e discordo de alguns aspectos e fundamentos.
    Não li o "Israel em Abril, do Érico Veríssimo, mas quero ler. Vi que ele acreditava que a diáspora judaica nunca irá terminar. É difícil.
    Obrigada mais uma vez por compartilhar e incentivar-me. Ainda há muitos temas a serem mostrados em pinturas. E com a internet, acho que é infinito.
    Uma ótima e santa Páscoa
    a você junto da sua linda família.
    =)

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