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5 de outubro de 2018

ARTE RENASCENTISTA - ARTE E RELIGIÃO - AS SETE VIRTUDES EM PINTURAS - BOTTICELLI - PIERO DEL POLLAIOLO - GIOTTO



ARTE RENASCENTISTA

ARTE E RELIGIÃO


As Sete Virtudes em Pinturas


O pintor italiano Botticelli pintou apenas uma das sete virtudes, A Fortaleza.

O italiano Piero del Pollaiolo pintou seis das sete virtudes.


As pinturas das Sete Virtudes estão juntas no museu Uffizi em Florença



Sete Virtudes - Galleria degli Uffizi
Botticelli + Piero del Pollaiolo 


Sandro Botticelli foi um pintor italiano do Renascimento. Nasceu e faleceu em Florença 1445 - 1510.
Piero del Pollaiolo foi um pintor italiano  do Renascimento. Nasceu em Florença em 1443 e faleceu em Roma em 1496.





As sete virtudes capitais se contrapõe a:
  • Humildade – Orgulho/vaidade/soberba.
  • Generosidade – avareza.
  • Castidade – luxúria.
  • Paciência – ira.
  • Temperança – gula.
  • Caridade – Inveja.
  • Diligência – Preguiça.




Músicas Renascentistas Italianas



Ordenadas em ordem crescente de santidade, as sete virtudes sagradas são:

1- Castidade (latim: Castitas) — opõe luxúria.
Pureza, simplicidade, sabedoria. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.
2- Caridade (latim: Caritas) — opõe avareza.
Generosidade, auto-sacrifício. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos.
3- Temperança (latim: Temperantia) — opõe gula.
Autocontrole, moderação, justiça. Constante demonstração de uma prática de abstenção.
4- Diligência (latim: Industria) — opõe preguiça.
Persistência, ética, decisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com força, disciplina e motivação.
5- Paciência (latim: patientia) — opõe ira.
Serenidade, calma, paz. Resistir o que é quase insuportável com paciência e dignidade. Resolver pacificamente os conflitos e as injustiças, ao contrário de utilizar a violência.
6- Bondade (latim: Benevolentia) — opõe inveja.
Autossatisfação, compaixão, amizade. Empatia e confiança sem preconceito ou ressentimento. Amar sem egoísmo e ser voluntariamente bom sem rancor. 
7- Humildade (latim: Humilitas) — opõe orgulho.
Modéstia, respeito. Humildade não é pensar menos de si mesmo, mas pensar de si mesmo menos. É um espírito de auto-examinação. A coragem do coração necessária para se subjugar em tarefas que são difíceis, tediosas ou humilhantes, e graciosamente aceitar os sacrifícios envolvidos.
fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sete_virtudes






Esperança



Caridade



Prudência


Justiça


Temperança




Fortaleza



Outros artistas que retrataram as Sete Virtudes


"As Sete Virtudes" (Museu Nacional d' Art de Catalunia - Anton Francesco dello Scheggia
Pintor espanhol (1441-1476)

"As Sete Virtudes" - Francesco Pesellino
Pintor italiano (1422-1457)
"As Sete Virtudes" - Giovanni dal Ponte
Pintor italiano (1385-1437)
"As Sete Virtudes" - Giotto
Pintor italiano pré-renascentista (1266-1337)
"As Sete Virtudes e os Sete Pecados" - Giotto
Pintor italiano pré-renascentista (1266-1337)


As Sete Virtudes - Giotto
(Igreja de Pádua na Itália - Capelle degli Scrovegni)








As principais virtudes são sete:
três delas teologais (referentes à relação do homem com Deus)
e quatro cardeais (que norteiam a conduta na vida).
As virtudes teologais são a Fé, a Esperança e a Caridade.
As cardeais são: Prudência, Justiça, Temperança e Fortaleza.


As Virtudes Teologais

A virtude, em geral, é uma disposição habitual e firme a fazer o bem
As virtudes teologais referem-se diretamente a Deus.
Dispõem aos cristãos a viver em relação com a Santíssima Trindade.
São infundidas por Deus na alma dos fiéis para fazê-los capazes de agir como filhos de Deus.

As virtudes teologais são três: fé, esperança e caridade (1 Co 13, 13).

A fé é a virtude teologal pela que cremos em Deus e em tudo o que Ele nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe. Pela fé o homem entrega-se inteira e livremente a Deus, e se esforça por conhecer e fazer a vontade de Deus: O justo vive da fé. (Rm 1,17).

O discípulo de Cristo não deve só guardar a fé e viver dela, senão também professá-la, testemunhá-la com firmeza e difundi-la. (Mt 10,32-33).

A esperança é a virtude teologal pela que aspiramos ao Reino dos céus e à vida eterna como felicidade nossa, pondo nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos não em nossas forças, mas nos auxílios da graça do Espírito Santo.

A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas por Ele mesmo e a nosso próximo como a nós mesmos por amor de Deus. Este é o mandamento novo de Jesus Cristo: que vos ameis uns a outros como eu vos amei. (Jo 15,12)



 As virtudes humanas

As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais do entendimento e da vontade que regulam nossos atos, ordenam nossas paixões e guiam nossa conduta segundo a razão e a fé. Proporcionam facilidade, domínio e satisfação para levar uma vida moralmente boa. Estas se adquirem mediante as forças humanas; são os frutos e os gérmenes dos atos moralmente bons.

Entre as virtudes humanas há quatro chamadas cardeais porque todas as demais se agrupam em torno delas. São a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança.

A prudência é a virtude que dispõe a razão prática a discernir em toda circunstância nosso verdadeiro bem e a eleger os meios retos para o realizar. É a regra reta da ação.

A justiça é a virtude moral que consiste na constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido.

A fortaleza é a virtude moral que assegura nas dificuldades a firmeza e a constância na busca do bem. Reafirma a resolução de resistir às tentações e de superar os obstáculos na vida moral. A virtude da fortaleza faz capaz de vencer o temor, inclusive à morte, e de fazer frente às provas e às perseguições. Capacita para ir até a renúncia e o sacrifício da própria vida por defender uma causa justa.
A temperança é a virtude moral que modera a atração dos prazeres e busca o equilíbrio no uso dos bens criados. Assegura o domínio da vontade sobre os instintos. A pessoa temperada orienta para o bem seus apetites sensíveis, e não se deixa arrastar pelas paixões. No Novo Testamento é chamada "moderação" ou "sobriedade". Com respeito às virtudes morais, afirma-se que in medio virtus. Isto significa que a virtude moral consiste em um meio entre um defeito e um excesso. In medio virtus não é uma chamada à mediocridade.
A virtude não é o meio-termo entre dois ou mais vícios, mas a retidão da vontade que —como um cume— se opõe a todos os abismos que são os vícios.
fonte: https://opusdei.org/pt-br/article/tema-28-a-graca-e-as-virtudes/


O que é Virtude?

"Virtude é uma qualidade moral, um atributo positivo de um indivíduo.
Virtude é a disposição de um indivíduo de praticar o bem; e não é apenas uma característica, trata-se de uma verdadeira inclinação, virtudes são todos os hábitos constantes que levam o homem para o caminho do bem.
Há diferentes usos do termo, e existem vários exemplos de virtude, que estão relacionados com a força, paciência, coragem, o poder de agir, a eficácia de um ou a integridade da mente.
Virtude é um conceito que remete para a conduta do ser humano, quando existe uma adaptação perfeita entre os princípios morais e a vontade humana.
Há virtudes intelectuais, que são ligadas à inteligência e as virtudes morais, que são relacionadas com o bem. A virtude intelectual consiste na capacidade de aprender com o diálogo e a reflexão em busca do verdadeiro conhecimento.
A virtude moral, por sua vez, é a ação ou comportamento moral, é o hábito que é considerado bom de acordo com a ética.
Saiba mais sobre o conceito de ética.
Em geral, na linguagem cotidiana, a palavra virtude é usada para nomear as qualidades gerais de uma pessoa."


"Agora, portanto, permanecem fé, esperança , caridade, estas três coisas. A maior delas porém, é a caridade."(1 Coríntios 13,13) 

"É que recordamos sem cessar, aos olhos de Deus, nosso Pai, a atividade de vossa fé, o esforço da vossa caridade e a perseverança da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo."(Tessalonicenses 1,3) 

"Quanto à virtude, não basta conhecê-la, devemos tentar também possuí-la e colocá-la em prática."
(Aristóteles)

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